Se os diamantes são eternos, a importância e a autenticidade de Elizabeth Taylor no mundo da moda também é.
Foi na última quarta-feira que o mundo se despediu da it girl das gerações passadas. Do glamour dos anos 1950 aos exageros dos anos 1980.
Maquiagem perfeita, jóias e poderosos olhos azuis. A atriz muito vaidosa, não aparecia em público sem maquiagem e diamantes. Assim era Taylor, que mesmo debilitada em cadeira de rodas jamais abandonou a vaidade e os diamantes.
Elizabeth Taylor ensinou diversas gerações de mulheres a se vestir para os homens e a amar os diamantes. Ela era destemida para a moda. Os diamantes, os cabelos, os decotes, a maquiagem. Tudo nela ficava imediatamente feminino.
Na juventude, abusou do colo à mostra e da sedução inevitável das alças desplicentemente caídas. Dos vestidos acinturados e com volumes com os quais passou os anos 50, Liz Taylor migrou para a ousadia dos 60 , e adotou hits da época de imediato, como as minissaias. Nos anos 70, a diva adotou visual hippie, mas conseguiu manter-se impecável.

Foi ela também que, no auge dos anos 1980, podia ser vista circulando com boás de plumas. Quando a idade avançou, e Liz Taylor passou a circular de cadeiras de rodas, os caftãs viraram sua melhor companhia, assim como as peles, das quais nunca abriu mão, e claro, dos diamantes.

A eterna Cleópatra se foi, mas por seu estilo incontestável, sua paixão fulminante pelos diamantes e por excessos de todos os tipos, seja nos cabelos, na maquiagem, nas roupas ou na quantidade de jóias. Além da infinidade de casamentos e dos papéis clássicos no cinema, Liz Taylor continuará viva como um ícone da moda.







